O documento analisa a Lei no 10.436 que reconhece a Língua Brasileira de Sinais. A autora discute problemas na versão final da lei, como a definição da língua de sinais e termos inadequados. A lei também é criticada por usar "portadores de deficiência auditiva" ao invés de "surdos". Apesar disso, a lei é importante por reconhecer a Língua Brasileira de Sinais e o bilinguismo na educação de surdos.